22 de junho de 2015

OBSERVE SEU ALUNO

Alunos que não conseguem aprender; que parecem aprender um dia, mas esquecem no dia seguinte; que não ficam sentadas para fazer as atividades em sala de aula ou em casa; que não esperam para ouvir a pergunta que será feita, pois logo interrompem e dão resposta que não tem relação com a pergunta; que parece fica "em órbita" na sala de aula; que falam muito e o tempo todo; que tem uma letra que ninguém consegue entender, nem eles mesmos, podem ser sintomas de dificuldades de aprendizagem ou de algum transtorno.
Como saber?
Não há fórmulas mágicas, nem uma lista de condutas, como num passo a passo de uma receita de bolo.  Nestes casos, deve-se duvidar se é um comportamento normal.
Ainda que o professor não seja um especialista, ele pode ter um olhar diferenciado para aquele comportamento ou aquela ação que não faz parte do que seria "normal" numa turma, lembrando que nenhum aluno aprende da mesma maneira, e que cada um tem seu próprio tempo para entender um conceito.  No entanto, ainda que haja uma diversidade em sala de aula, é possível reparar que alguém está saindo dos "padrões de normalidade" do grupo.
Neste sentido, o professor pode fazer anotações, registros de um dado comportamento que ele tem observado, mas não percebe se acontece com frequência.  
É válido comentar com os pais sobre o que está acontecendo na sala para confirmar se, em casa, também é da mesma maneira.
Muitas vezes, o pedido de uma simples consulta ao oftalmologista ou ao otorrinolaringologista pode fazer uma enorme diferença na aprendizagem da criança.
Minha dica preciosa de hoje é OBSERVAÇÃO e REGISTRO.  Assim, você pode saber muito sobre seus alunos e, quem sabe evitar um FRACASSO ESCOLAR.

Valéria F. Souza
Diretora
Especialista em Educação Inclusiva


10 de junho de 2015

DEPRESSÃO E TRANSTORNO BIPOLAR

Muitas pessoas nem sabem que sofrem destes distúrbios que começam na infância.  Por falta de conhecimento do assunto ou vergonha, nunca falam sobre o que estão sentindo.
Por isto, é importante compartilhar as informações sobre estes problemas para que o maior número de pessoas tenham conhecimento ou notícias e sejam atingidas.
A rádio CBN durante esta semana está divulgando informações sobre depressão, particularmente sobre os jovens.
Portanto, segue  o link com a reportagem completa.



Valéria F. Souza
Diretora
Especialista em Educação Inclusiva

8 de junho de 2015

RESPEITO ÀS DIFERENÇAS EM SALA DE AULA

Um dos aspectos da educação inclusiva é o respeito às diferenças sejam elas por conta de transtornos, deficiências, culturais, étnicas ou de habilidades e competências, proporcionando ao educando estar integrado ao grupo escolar e consequentemente participando da vida em sociedade.  Eu diria que esta é a função de pertencimento ao grupo social.
O que as pessoas com as características descritas acima esperam com a acessibilidade ao conhecimento, às ferramentas de educação e trabalho é, sem dúvida, autonomia para uma vida plena e cidadã, conseguindo superar suas deficiências ou necessidades educativas, sejam elas definitivas ou temporárias.
No caso da disciplina, como uma das funções da Educação, faço uma ligação à definição de Durkheim que afirma que a “Educação é a socialização da criança”.  Para que o processo de socializar metódica e sistematicamente aconteça é preciso que a criança esteja integrada à sociedade, ou seja, incluída nela. 

Concluo que as três funções são interdependentes pois para que a socialização de novas gerações (disciplina) aconteça é necessário que o indivíduo esteja incluído (pertencimento) nos grupos sociais, com isto se conseguirá a autonomia (educação plena) do sujeito para viver, democraticamente, em sociedade.


Valéria F. Souza
Diretora
Especialista Ed. Inclusiva

30 de abril de 2015

DIA DO INDIO

As crianças se apropriam melhor do conhecimento quando podem ter experiências com o objeto de aprendizagem, porque, nestas situações, recebem estímulos visuais, auditivos, táteis, estimulando, assim, a memória sensorial.  Desta maneira, conseguem construir uma imagem concreta, que é um aspecto importante para que possam formular suas próprias definições, dando significado às suas aprendizagens.
11. Práticas Pedagógicas da Educação Infantil
Eixos do currículo:
As práticas pedagógicas que compõem a proposta curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores as interações e a brincadeira e
Garantir experiências que:
Promovam o conhecimento de si e do mundo por meio da ampliação de experiências sensoriais, expressivas, corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos da criança;
Possibilitem vivências éticas e estéticas com outras crianças e grupos culturais, que alarguem seus padrões de referência e de identidades no diálogo e conhecimento da diversidade. (DCN/EF, 2010, pag. 26)
Neste sentido, o dia do índio não precisa ser, apenas, um dia em que os alunos da educação infantil saem caracterizados, mas momentos de trocas, de debate, de observações entre os sujeitos do processo ensino-aprendizagem.
Por isto, quando os quatro índios da tribo Fulniô, de Águas Belas, Pernambuco, estiveram junto com os alunos do Jardim Escola Ursinhos Risonhos, puderam proporcionar às crianças oportunidades de ouvirem, verem e conversarem com pessoas culturalmente diferentes delas, mas com muitos pontos em comum, permitindo que o estereótipo dos livros seja desfeito.
Além disto, trouxe uma contribuição para que os conteúdos que devem ser dados em sala de aula facilitem o entendimento sobre o assunto.
Art. 26-A.  Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena. (Redação dada pela Lei nº 11.645, de 2008).
§ 1o  O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil. (Redação dada pela Lei nº 11.645, de 2008).
§ 2o  Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras. (Redação dada pela Lei nº 11.645, de 2008). (LDB, 1996)

Referências:
Brasil. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil /Secretaria de Educação Básica. – Brasília : MEC, SEB, 2010.
LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional

Valéria F. Souza
Diretora/Coordenadora




















2 de abril de 2015

DIA DO CIRCO






Este ano as professoras fizeram roupas para os alunos pensando na caracterização do palhaço Patatá (foto abaixo), da dupla Patati e Patatá, pois é mais estimulante quando as crianças conseguem estabelecer uma relação com algo ou alguém para entenderem o que estão fazendo ou representante. E o item que mais ficou parecido foi o chapéu.
Não teve apresentação de mágica como no ano passado, apenas a caracterização dos alunos da educação infantil até o 1° ano, como foi postado no album de fotos, no Facebook da escola.

Fica, então, uma dica para o ano que vem.